terça-feira, 19 de março de 2013
Cidade Inteligente e Sustentável - Japão
sábado, 29 de dezembro de 2012
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Solar Decathlon Europe 2012
Energia solar para iluminação pública - Somália
Somália implanta energia solar para iluminação pública
sábado, 8 de outubro de 2011
Arranha-céus Sustentáveis em New York - EUA
sexta-feira, 15 de abril de 2011
domingo, 6 de março de 2011
Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Petrobras
É modelo de construção sustentável
sábado, 15 de janeiro de 2011
Arca de Noé -The Ark Project - ПРОЕКТ "КОВЧЕГ"
Arquitetos russos projetaram um prédio considerado por eles ecologicamente autossustentável e que, ainda por cima, é capaz de resistir à maioria dos desastres naturais. Segundo os arquitetos, a estrutura seria utilizada principalmente como moradia e como hotel.
O Projeto Arca, como é chamado, foi concebido pela empresa Remistudio com o apoio do programa Arquitetura de Auxílio contra Desastres da União Internacional de Arquitetos, pensado especialmente como solução para catástrofes.
Principais características
A Arca pode resistir a maremotos, terremotos, furacões e outros desastres naturais. Ainda por cima, durante um desses momentos extremos, o prédio pode se autosustentar.
A construção em forma de concha, com arcos e cabos, permite a melhor distribuição do peso, por isso a resistência a terremotos. Já o ambiente de estufa tem uma grande vegetação que ajudaria na qualidade do ar e no fornecimento de alimento. O projeto utiliza painéis solares para a captação de energia e um sistema de coleta de água pluvial para o abastecimento de água.
Por causa da estrutura transparente, a luz é filtrada através de salas internas para reduzir a necessidade de iluminação. O quadro é coberto por uma película especial feito de Etil tetrafluoretileno (ETFE). Trata-se de uma película altamente transparente forte, autolimpante, reciclável, mais durável, mais econômica e mais leve que o vidro. A solidez estrutural é fornecida pelo comportamento de compressão dos arcos de madeira e da tensão das cordas de aço.
Main use: hotel, housing.
Site area: 4500 m2.
Building floor area: 2900 m2.
Total floor area: 14 000 m2.
Keywords: Sustainable technologies, Natural Disaster Prevention.
For architecture two aspects are of higher concern: the first one is maintenance of security and precautions against extreme environmental conditions and climate changes. The second one – protection of natural environment from human activities. The Ark project makes an attempt to answer these challenges of our Time. The Ark project was designed on the basis of international experience received from the UIA Work Program “Architecture for Disasters Relief” and according to the concept of a bioclimatic house with independent life support sources. In such buildings provision is made for an independent life support system including elements ensuring a closed functioning cycle.
The structural solidity is provided by compression behavior of the timber arches and tension behavior of the steel ropes. The framework is covered by a special foil made of Ethyl TetraFluoroEthylene (ETFE). It is a strong highly transparent foil, self-cleaning, recyclable, more durable, more economical and lighter than glass. The foil itself is fixed to the framework by special metal profiles, which serve at the same time as solar collectors for water heating and as gutters intended for collecting rainwater from the roof surface.
It’s a cupola building with a central bearing in a form of a tube with all engineering communications passing inside it. Such a form permits to attain an optimum relationship between the building’s volume and its outer surface, which gives a substantial saving of materials and produces effective energy usage. Prefabricated frame permits to erect such buildings quickly.
The building makes a single energy system. The form of the cupola assists to create an air-eddy at the outer surface around the central bearing, where the wind power generator and tornado generator are placed. The form of the building is convenient for placing on it the photoelectric cells at a necessary angle to the Sun. The form of the cupola assists to agglomeration of the warmed air in the upper part. This heat is collected in seasonal heat accumulators, in electric and hydrogen accumulators, in order to provide an uninterrupted energy supply for the whole complex in spite of the outer environment conditions. The heat from surrounding environment – the outer air, water or ground – is also used. The building can produce extra power for supplying adjacent houses and “green” transport means.
The building could be constructed in different climatic zones and in seismically dangerous regions, because the structure of the basement represents a shell without any ledges or angles. A stressed structure of arches and ropes permits to distribute load along the whole bulk in case of earthquake.
The structure of the building permits it to float in case of water leveling up in the World Ocean, to keep afloat and exist autonomously on the surface of the water. All the wastes are utilized inside the building by methods of explosion boiling up and oxygen-free pyrolysis.
Planting of greenery – that’s the next step in creating a bioclimatic building. All the plants are chosen according to principles of compatibility, illumination and efficiency of oxygen producing, as well as with the aim of creating an attractive and comfort space. The triple height illuminated space permits to create well-lit places at any time of day. Through the transparent roof there is enough light penetrating for plants and for illuminating the inner rooms. The balconies serve as a way of communication and a recreation place. The building has free lay-out and might easily be adapted to different functions as the time goes.
sábado, 25 de dezembro de 2010
BIG - Bjarke Ingels Group , 8 House, Copenhague - Dinamarca [København - Danmark]
Texto de Fabio de Paula
Dezembro de 2010
Construído à beira do canal de Copenhague, na Dinamarca, o 8 House é um condomínio multiuso projetado pelo celebrado escritório de arquitetura dinamarquês BIG. Sua volumetria em aclive permite que moradores e transeuntes circulem desde o nível térreo até a cobertura, de bicicleta ou a pé, por imensas rampas ajardinadas e ruas internas que acompanham os terraços dos apartamentos.
O subúrbio de Ørestad, no extremo sul de de Copenhague, é a principal vitrine dos projetos residenciais do estúdio BIG. É naquela região plana, delineada por vegetação rasteira e canais navegáveis, que foram construídos os principais edifícios projetados pelo escritório liderado por Bjarke Ingels, arquiteto de 38 anos que recebeu o European Prize for Architecture em 2010, e é considerado um dos principais representantes da nova geração de arquitetos europeus.
Entre estas construções está o 8 House, maior empreendimento imobiliário da história da Dinamarca, cuja construção iniciada em 2006, foi concluída em setembro de 2010. O edifício caracteriza-se por uma sobreposição de usos e tipologias que estimula o convívio e não segue o padrão arquitetônico de um típico condomínio vertical.
"Em vez de um objeto arquitetônico comum, o 8 House é um bairro tridimensional, uma comunidade de casas geminadas que se estende ao longo de um imenso bloco retorcido, desde o nível da rua até o topo", explica Ingels.
Visto do topo, o edifício tem o formato de um oito - daí o nome do projeto. Graças a este desenho, que também se assemelha ao de uma gravata borboleta, criam-se dois pátios internos distintos: um deles, voltado a oeste, com caráter privativo, e outro voltado ao leste, conectado ao canal. No centro do perímetro estão as áreas de uso comum como a portaria e a lavanderia, e, no nível térreo, um corredor de nove metros de comprimento que interliga os dois jardins.
Ao redor dos pátios, distribuem-se os 61 mil metros quadrados de área construída do complexo. Para otimizar a circulação dentro desse bloco, os arquitetos separaram os usos horizontalmente, de modo que os escritórios ocupam a torre norte e as lojas distribuem-se pelo nível térreo, tanto para as calçadas externas quanto para o pátio oeste.
Os andares superiores são exclusivamente residenciais, com unidades habitacionais que variam de 65 a 144 metros quadrados e contam com layouts planejados para três diferentes fases da vida: jovens solteiros, casais com filhos ou idosos.
"A combinação de usos permite que atividades individuais aconteçam nos locais mais adequados para cada uma delas - o comércio voltado para a rua, os escritórios voltados para a suave luz do norte, e os apartamentos banhados pelo sol abundante das demais fachadas, de onde descortinam-se vistas espetaculares para o entorno", explica Ingels.
Mas o que melhor distingue o 8 House de outros condomínios multiuso são seus dois telhados verdes e inclinados com área total de 1,7 mil metros quadrados. Estrategicamente posicionados para reduzir o efeito de ilha de calor e definir a identidade visual do projeto, eles tem inclinação suficiente para que os moradores possam caminhar sobre eles.
Dessa forma, os arquitetos projetaram ao lado de toda sua extensão um caminho público que se conecta aos corredores que acompanham os terraços dos apartamentos. A solução oferece a possibilidade de andar de bicicleta ou a pé por todo o perímetro do condomínio, desde o nível da rua até o 11° e último andar, criando em cada andar um ambiente próprio de vizinhança, com calçadas, jardins e portões.
"Apostamos em uma arquitetura criativa e experimental, que procura surpreender e convidar os usuários para um estilo de vida baseado em um senso de comunidade. Instalamos os espaços de convívio no topo do edifício de modo que os jardins, as árvores e a circulação induzem os usuários a seguir até o telhado verde. No último pavimento, onze andares acima, esses espaços compartilhados culminam em um terraço ajardinado de onde se pode apreciar a vista da incrível natureza que caracteriza o entorno", conclui o arquiteto.
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Green Roof - Telhado Verde
Container gardens on roofs, where plants are maintained in pots, are not generally considered to be true green roofs, although this is an area of debate. Rooftop ponds are another form of green roofs which are used to treat greywater.
Also known as “living roofs,” green roofs serve several purposes for a building, such as absorbing rainwater, providing insulation, creating a habitat for wildlife, and helping to lower urban air temperatures and combat the heat island effect. There are two types of green roofs: intensive roofs, which are thicker and can support a wider variety of plants but are heavier and require more maintenance, and extensive roofs, which are covered in a light layer of vegetation and are lighter than an intensive green roof.
The term green roof may also be used to indicate roofs that use some form of "green" technology, such as a cool roof, a roof with solar thermal collectors or photovoltaic modules. Green roofs are also referred to as eco-roofs, oikosteges, vegetated roofs, living roofs, and greenroofs.
Green roof (1). Fonte: you tube.
Green roof (2). Fonte: you tube.
Green roof (3). Fonte: you tube.
Green roof (4). Fonte: you tube.
Green roof (5). Fonte: you tube.
Green roofs are used to:
- Grow fruits, vegetables, and flowers;
- Reduce heating (by adding mass and thermal resistance value) and cooling (by evaporative cooling) loads on a building — especially if it is glassed in so as to act as a terrarium and passive solar heat reservoir — a concentration of green roofs in an urban area can even reduce the city's average temperatures during the summer;
- Increase roof life span;
- Reduce stormwater run off — see water-wise gardening;
- The soil and plants on green roofs help to insulate a building for sound; the soil helps to block lower frequencies and the plants block higher frequencies;
- Filter pollutants and heavy metals out of rainwater;
- Increase wildlife habitat in built-up areas — see urban wilderness;
A green roof is often a key component of an autonomous building.
A 2005 study by Brad Bass of the University of Toronto showed that green roofs can also reduce heat loss and energy consumption in winter conditions.
In a recent study on the impacts of green infrastructure and in particular green roofs in the Greater Manchester area, researchers found that adding green roofs will help keep temperatures down, particularly in urban areas: “adding green roofs to all buildings can have a dramatic effect on maximum surface temperatures, keeping temperatures below the 1961-1990 current form case for all time periods and emissions scenarios. Roof greening makes the biggest difference…where the building proportion is high and the evaporative fraction is low. Thus, the largest difference was made in the town centers.”
Fonte: Wikipédia.



