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sexta-feira, 25 de maio de 2012

Empréstimo de bicicletas estreia hoje na zona sul de São Paulo


Publicado por: Folha.com Cotidiano 
24/05/2012

As primeiras seis estações do Bike Sampa, sistema de empréstimo de bicicletas que só cobra do ciclista depois de meia hora de uso, começam a funcionar hoje em São Paulo.

A Vila Mariana foi a escolhida para a estreia do programa na cidade. No bairro da zona sul, o sistema vai interligar pontos como a Cinemateca Brasileira, a Faculdade de Belas Artes e o Instituto Biológico. Até terça, outras quatro estações serão instaladas na mesma região.

Depois, as estações de empréstimo seguem em direção aos Jardins, bairro vizinho. Mas o traçado da segunda etapa ainda não foi definido.

Até o final do ano, a meta é de cem estações na cidade e, até o final de 2013, 300. A proposta é que o sistema tenha um ponto de empréstimo a cada quilômetro.

A primeira meia hora de uso é gratuita, depois paga-se R$ 5 a cada 30 minutos adicionais. A bicicleta pode ser devolvida em qualquer estação. Se o intervalo entre um empréstimo e outro (não há limite de empréstimos diários) for de ao menos 15 minutos, não há cobrança.

O serviço estará disponível todos os dias, das 6h às 22h. O usuário deve se cadastrar previamente pela internet.

Com o objetivo de aumentar a segurança dos ciclistas, vias da Vila Mariana foram sinalizadas com placas e desenhos de bicicletas na pista. A ideia é indicar ao motorista que ali é uma rota de ciclistas, com velocidade máxima permitida de 30 km/h.

Fonte: Uol - Editoria de Arte/Folhapress



'ASAS AO PEDESTRE'


Para a cicloativista Renata Falzoni, o Bike Sampa é apenas a "ponta do iceberg" de um sistema que pode unificar o transporte público. "Ele dá asas para o pedestre, porque integra os transportes. A pessoa não precisa pegar um ônibus só para andar 2 km", diz Falzoni.

Para ela, a sinalização das ciclorrotas é tão importante quanto o compartilhamento de bicicletas. "Ajuda a quebrar um paradigma. O motorista quer respeitar o ciclista, mas é coibido por motoristas buzinando atrás. A sinalização ajuda a mudar isso", explica.

O Bike Sharing é uma parceria da Secretaria Municipal de Transportes com três empresas: Samba, Sertell e Itaú-Unibanco. Como contrapartida pelo patrocínio do sistema, o Itaú pode exibir sua marca nas bicicletas, como já faz no Rio de Janeiro.

Bradesco, AES Eletropaulo e Ambev também pretendem patrocinar sistemas semelhantes em São Paulo.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Autolib - França



Quatro anos após inaugurar um sistema coletivo de bicicletas, a capital francesa lança o Autolib, um sistema de carros elétricos para aluguel de moradores e turistas. Além de ser ecologicamente correta, a invenção melhorou muito o trânsito da cidade.

Fonte: Globo News.

sábado, 19 de novembro de 2011

Protesto do Salto alto esquenta polêmica da ciclofaixa em Moema - SP


A primeira ciclofaixa permanente da capital paulista, em Moema, zona sul da cidade, está mexendo com os humores de moradores do bairro e ciclistas. Um protesto está marcado para este sábado (19) após uma declaração polêmica ter sido feita por uma comerciante. Fonte: Uol. Veja o vídeo a seguir:


Fonte: UOL.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Mobilidade Urbana - Bicicleta

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Ciclistas arriscam a vida em meio aos carros

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Sistema Cicloviário

Tanto a implantação de ciclovias como de ciclo redes passa pelo conceito de sistema cicloviário, que é composto dos seguintes elementos articulados entre si:
  • Sistema de circulação: ciclovias, ciclofaixas, circulação partilhada, traffic calming, ou nada.

    1) CICLOVIAS:É o conjunto de todos os elementos de infra-estrutura viária, seja esta urbana ou rural, destinadas ao uso exclusivo de bicicletas ou triciclos de tracção humana, cadeiras de rodas, segregando assim a velocidade dos usuários da via.
    2) CICLOFAIXAS (ciclobandas):São faixas para bicicletas, de uma ou mais pistas, com um ou dois sentidos de circulação, adjacentes às ruas, resultantes duma ampliação ou adaptação de qualquer uma dessas superfícies.
    Nas ciclofaixas a segregação pretendida é obtida mediante a sinalização viária e demarcação. Mas essa segregação não acontece na sua totalidade, pois essa área pode ser ocupada pelas manobras efectuadas pelos veículos, que põem em risco a integridade física dos ciclistas. Para esses tipos de ciclovias é recomendado a restrição de velocidade a 50km/h da via que a acolhe, e em todas as vias que a cruzem.
    3) CICLOPISTAS: São calçamentos para bicicletas, de uma ou mais pistas, com um ou dois sentidos de circulação, onde ha exclusividade do uso para ciclismo, com o reforço através de separadores físicos. Deste modo, a circulação das bicicletas podem ser segregados dos outros veículos e dos peões, salvo nos cruzamentos de nível que podem ocorrer em outras vias. Nos casos rurais, a segregação pode ser alcançada pelo resultado dum traçado independente da via existente ou projetada.
  • Sistema de estacionamentos: pára-ciclos, bicicletários, ou estacionamentos pagos.

    A existência de bicicletários e paraciclos seguros e bem localizados é essencial para incentivar as pessoas a usarem a bicicleta como meio de transporte. Mostrando ao público que os ciclistas são bem-vindos, instalações para estacionar bicicletas funcionam também como uma mensagem para motoristas considerarem usar a bicicleta no futuro. Bicicletários e paraciclos devem ser visíveis no local e amplamente divulgados em materiais promocionais. Para que um estacionamento de bicicletas possa ser útil, alguns fatores importantes devem ser levados em conta no momento da escolha do projeto e da localização.

  • Sistema de sinalização: horizontal, vertical e semafórica; totens.
  • Sistema de identificação: uma marca que se reproduza em todos componentes do sistema cicloviário, desde seus componentes físicos, até o mapa, folders, etc...
  • Integração da bicicleta com todos outros modos de transporte.
  • Integração com o meio ambiente.
  • Programa de Comunicação Social permanente com usuários, pedestres, deficientes físicos e usuários de outros modos de transportes.
  • Definição da área de abrangência na qual a meta limite é a comunicação com cada um dos usuários.

    Fontes: SUSTRANS; Escola da bicicleta.

Ciclovias e a cidade que queremos 1. Fonte: you tube.

Ciclovias e a cidade que queremos 2. Fonte: you tube.

Ciclovias - Londres (Inglaterra). Fonte: you tube.

Ciclovias - New York (U.S.A.). Fonte: you tube.

Ciclovias - Bogotá (Colombia). Fonte: you tube.